Letras e Tempestades
Do que percebo, me fogem regras.
15 de novembro de 2011
NOVO ENDEREÇO
Vai ser dezembro...
31 de outubro de 2011
A flor seca...
Qual história ela guardaria se nem mais consigo lembrar da minha?
Há rumores de que os planetas descerão.
Você me oferece um cigarro enquanto eu me visto de azul.
Já brindamos no mesmo copo os sonhos e as tormentas.
Bebe?
É apenas um gole de desencanto!
Não temos herança ou pátria.
Essa noite não dormiremos, nem morreremos - não ainda.
Enquanto nossos personagens pedem pra descansar, a gente insiste na história.
Vamos relembrar as palavras que deveríamos ter falado.
Borboletas querem sair da gaiola enquanto pássaros rasgam casulos.
Pendurei seus sapatos no varal.
Você não pode sair descalça, meu amor.
Lá fora há um indeterminado deus. Aqui, um tirano Zeus.
Aquiete-se.
Já anoitecemos na dúvida.
Já esvaziamos as perguntas.
Acabou o medo.
Percebe?
Acende a luz.
Agora você consegue ver:
a razão
e a palavra que nunca mais direi.
23 de outubro de 2011
Porque ainda era outubro....
19 de outubro de 2011
Diálogo sobre a vida.
13 de outubro de 2011
Em algum lugar..
28 de setembro de 2011
Acidente-incidente.
1 de setembro de 2011
Sombras em Setembro....
29 de agosto de 2011
Nem todas as respostas EXISTEM.
entre nossos dedos ávidos por respostas que nunca existirão?
Ultimamente, chove mais em mim.
Dias de chuva prolongados, silenciosos.
Tantas questões escorrem, abertas: não consigo fechar meus portões.
Tantas coisas que sei que jamais responderei, ecoam.
Outras, querem se transformar em dúvidas...
Sigo.
Lentamente vou abrindo os dias,
perguntando sobre mim e me reconhecendo sempre uma outra.
Não sei se gosto.
Mas também não desgosto.
Hoje, apenas sigo.
15 de agosto de 2011
A PORTA DE PANDORA
3 de agosto de 2011
Era ontem quando não admitimos mais o hoje
28 de julho de 2011
Carta à Cecília Meireles...
25 de julho de 2011
Restos da Manhã.
distante, frágil, incorreta.
Refazendo rotas,
revirando estrelas,
estradas, oceanos de mim em ti.
Conjugando
ser,
estar,
ficar
e
partir.
Amanheci Estela:
estranha.
Como se não fosse eu dentro de mim,
como se tudo fosse outro
e eu não fosse ninguém.
24 de junho de 2011
Daquelas coisas...
16 de junho de 2011
ADÉLIA E A NOITE...
19 de maio de 2011
Não foi porque não quis...
4 de maio de 2011
Turning tables...
2 de maio de 2011
ELA ERA O DEPOIS... (Crônica#01)
19 de abril de 2011
ANIVERSÁRIO DE SETE ANOS DO LETRAS E TEMPESTADES !!!!
16 de abril de 2011
Um eterno nada...
13 de abril de 2011
Breviedades de abril.
Mesmo que seja tarde,
2 de abril de 2011
Abril, aberto.
15 de março de 2011
... era tão dia a noite...
Veste-se de sangue, esperança e tédio.
Alimenta-se do que pensa ter visto.
Bebe do que pensa ser líquido.
Só vê aquele que é cego.
Você não sabia?
10 de março de 2011
Vazio do vazio...
23 de fevereiro de 2011
FLUXOS/PENSAMENTOS
1 de fevereiro de 2011
É FEVEREIRO !!!
21 de janeiro de 2011
Fim do túnel...
4 de janeiro de 2011
Janeiro-Tempo, 2011 !
19 de dezembro de 2010
CARTAS PARA DEZEMBRO (para 19 de dezembro de 2010)
Debocha de mim.
Contrariando tudo o que posso ser e tudo o que posso sentir.
Debocha dos meus medos até de madrugada e depois me pede pra dormir.
Brinca com meus instintos, brinca com meu tesão, brinca com as minhas palavras.
Troca tudo de lugar.
Os verbos adjetivando-se o tempo todo...
na tangente do que posso acreditar
no escuro do que eu poderia iluminar
Sim, tempo...
Sim, dezembro...
Corroendo minhas margens...
Transformando minhas pautas em pausas.
Dilacerando o pouco do que me convém ser.
Sem esperas, o tempo devora cada folha do que penso.
Sem esperas, a vida consome cada palavra do que escorro.
Deboche.
Deboche de mim...
me pedindo pra ir e me segurando pra ficar.
Com suas mãos, agarra minha camiseta, com sua boca,
me mande pra bem longe de mim e do mundo.
São caprichos?
Inúmeros caprichos que você elucida em seus dentes
azuis que mastigam o tempo em que somos?
A cada segundo sou outro.
Me desconheço.
(você também não me reconhecerá mais.)












